EUA aprovam aplicativo que
dá acesso a exames médicos
Um novo aplicativo que permite aos médicos o acesso a exames de seus pacientes por meio de seus celulares e tablets estará disponível nos Estados Unidos a partir desta semana.
O aplicativo chamado "Mobile MIM" foi aprovado pela "Food and Drug Administration (FDA)", nos EUA. O programa terá versão em 14 idiomas e será vendido nas lojas on-line da Apple em 34 países da Europa, Ásia, América Latina e Oriente Médio.
O aplicativo, que só pode ser instalado no iPhone e no iPad, serve para a observação de imagens captadas por tomografia computadorizada, ressonância magnética (MRI) e tecnologias de medicina nuclear como a tomografia por emissão de pósitrons (PET).
A FDA esclareceu que esta ferramenta "não tem o propósito de substituir os equipamentos convencionais, e seu uso se indica somente quando não há acesso a eles".
O "Mobile MIM" comprime as imagens registradas em um hospital ou consultório médico para sua transferência segura à rede e as envia ao celular ou tablet. O médico que receber as imagens pode medir distâncias e valores de intensidade, e pode ler as anotações e regiões de interesse, indicou a FDA.
Os níveis de luminosidade e outros aspectos da imagem podem variar entre diferentes telefones e tablets, embora sejam do mesmo modelo.
Fonte:http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/02/eua-aprovam-aplicativo-que-da-acesso-exames-medicos.html

Além desse, existem outros aplicativos que foram aprovados pelo Food and Drugs Administratios - FDA ( a estatal americana que controla a liberação para comercialização de drogas, dispositivos, e agora, apps que são usados em saúde), para serem usados por médicos: AliveCor’s; Medscape; Visual DX; BlueStar by WellDoc; e Resolution MD. (http://academiamedica.com.br/5-aplicativos-aprovados-pela-fda-para-o-uso-dos-medicos)
ResponderExcluirAcredito que esses aplicativos não tomem o lugar do médico, mas seja um auxílio para o desempenho da medicina clínica. O acesso do público a informações sobre medicamentos facilita a vida do paciente, mas levanta um temor por parte dos profissionais de saúde: a de que pessoas substituam os médicos pela informação disponível na web, ou nos celulares, e pratiquem a automedicação. É necessário, portanto, bastante cautela ao usar essas tecnologias e jamais substituir a anamese clínica feita pela equipe de saúde.
Quando usados como uma ferramenta extra pelos profissionais da saúde, aplicativos como o citado no post permitem um monitoramento a distância mais eficaz. Atualmente, as principais críticas ao uso de sistemas para acompanhamento da saúde e bem-estar no celular são sobre os riscos de uso isolado, sem acompanhamento médico, entre outras razões, porque esses aplicativos usam informações de médias populacionais para calcular resultados, tendo menos eficácia que uma análise personalizada dos dados. A tecnologia não substitui o médico, mas o torna mais necessário para interpretar os dados, havendo uma tendência de os médicos acolherem esses sistemas.
ResponderExcluir[http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/medicos-e-farmaceuticas-devem-usar-aplicativos-de-saude]
O Healthbook, central de saúde que receberá dados através do iPhone, do relógio inteligente iWatch e outros dispositivos, deverá ser uma das principais novidades da Apple para este ano em relação a gerenciar de exercícios físicos e exames de sangue. As informações são da Exame. A Apple deverá incluir o Healthbook na próxima edição do iOS -- sistema operacional do iPhone e do iPad. O aplicativo foi descrito em um artigo publicado por Mark Gurman, do site 9to5Mac. O desenho do aplicativo, segundo Gurman, é baseado no Passbook, que faz parte do iOS e é utilizado como se fosse uma carteira virtual, com diversos cartões dentro. No Healthbook, haverá um cartão com informações do usuário para emergências e também é possível que as informações fiquem disponíveis na tela de desbloqueio. Outros cartões seriam dedicados a atividade física, hidratação, sono, alimentação, peso corporal e diversos parâmetros médicos.Muitas destes tipos de detalhes já são tema de apps para iPhone e Android. O Galaxy S5, da Samsung, tem até um sensor de batimentos cardíacos. E há apps que medem esse parâmetro usando a câmera do smartphone para detectar as pulsações.Mas os planos da Apple parecem ser mais amplos. Nas imagens publicadas pelo 9to5Mac aparece a imagem de um cartão, identificado como “Bloodwork”, dedicado a parâmetros sanguíneos. De acordo com Gurman, as funções desse cartão ainda são um tanto vagas. Mas ele parece se referir a medições que são obtidas por meio de exame de sangue em laboratório, como as dosagens de colesterol e triglicérides. Atualmente, o laboratório entrega esses números ao cliente impressos ou num arquivo de texto que a pessoa baixa ou consulta na web.
ResponderExcluirhttp://www.diagnosticoweb.com.br/noticias/tecnologias/healthbook-aplicativo-da-apple-vai-gerenciar-exames.html
No youtube, existe um vídeo demonstrando o funcionamento do app (https://www.youtube.com/watch?v=3OtMyEfyjmU). Realmente pode observar que trata-se de uma ferramenta muito prática, que tende ajudar os médicos em situações, como na falta de equipamentos e em alguma emergência. No entanto, como é dito na própria postagem, aspectos da imagem podem variar de acordo com o celular ou tablet usado, portanto acho que seria necessário um pouco mais de cautela por parte dos profissionais ao usar esse aplicativo.
ResponderExcluirQuando a tecnologia é usada de maneira a ajudar a sociedade, ela é sempre bem vinda! E uso desses aplicativos retratam esse benefício que a tecnologia nos dá. No entanto, para fazer o uso correto desse tipo de app é preciso que as pessoas sejam conscientes do que ele representa e não deixarem de consultar o médico, confiando no "celular". Observa-se que é preciso informar as pessoas, instrui-las a usar essa importante tecnologia da maneira mais sensata.
ResponderExcluirA ideia do aplicativo é muito interessante, e unindo-o a problemática do blog, temos uma possível resolução para as más interpretações dos resultados que chegam primeiro às mãos do paciente, no caso de indivíduos leigos na área de saúde. Temos assim um caso de tecnologia e difusão promovendo um egresso mais "saúdavel" do paciente diante sua própria condição.
ResponderExcluirMuito bom observarmos que a tecnologia está caminhando de mãos dadas com a ciência. Com o aplicativo, o médico poderá rapidamente saber do estado de saúde de seu paciente, sem que este precise fazer uma consulta. Isto poderá facilitar as relações tendo em vista que todos, hoje em dia, vivem constantemente atarefados. Com essa tecnologia, o médico poderá inclusive falar para o paciente da necessidade ou não de um retorno da consulta, o que pouparia o tempo tanto do paciente quanto do médico.
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